Aviação executiva · Gestão de aeronaves · Aeroportos

Uma vida inteira dedicada à aviação

Sou Othon Cesar Ribeiro. Desde a infância os aviões fazem parte da minha história e, ao longo de décadas, transformei essa paixão em empresas, aeroportos e operações de aviação executiva.

49anos de paixão pela aviação
5aeroportos paulistas em concessão pela Voa São Paulo
30anos de contrato de concessão
R$ 93 miem investimentos previstos nos aeroportos
Othon Ribeiro ainda menino, lançando um aviãozinho de papel
Minha jornada

Do menino que olhava para o céu ao empresário do setor

Aos 10 anos, eu já tentava entender por que alguns aviõezinhos de papel planavam mais que outros. Daí vieram os kits da Revell, os modelos de madeira, o voo a cabo e os aeromodelos de controle remoto.

Estudei Economia na FAAP, trabalhei no mercado financeiro e, seguindo o conselho do meu avô, me tornei empreendedor: abri uma corretora de seguros e, em 1989, uma indústria de reciclagem de plástico. Depois, foram dez anos no setor bancário, enquanto realizava o sonho de pilotar: planador em 1996 e motoplanador em 1997. Ao longo da trajetória, fui sócio de empresas de serviços aeronáuticos, criei o projeto, fundei e presidi a Voa São Paulo, que assumiu cinco aeroportos do estado, e hoje lidero a Flyton, empresa dedicada ao gerenciamento de operação de aeronaves.

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Atuação e conhecimento

Experiência construída em todas as pontas do setor

Da operação de uma aeronave à gestão de um aeroporto, conheço a aviação executiva por dentro.

01

Gestão de aeronaves

Fundador e CEO da Flyton, empresa focada no gerenciamento da operação de aeronaves executivas, cuidando de tripulação, manutenção, documentação e custos para o proprietário.

02

Aeroportos e concessões

Criador do projeto, fundador e presidente executivo da Voa São Paulo até 2018, vencedora da concessão por 30 anos dos aeroportos de Campinas (Amarais), Bragança Paulista, Jundiaí, Itanhaém e Ubatuba.

03

Serviços aeronáuticos

Fundador da Nações Aeronáutica (1998): hangar no aeroporto de Jundiaí, hangaragem de aeronaves, atendimento de rampa (FBO) e gestão de hangares.

O aeroporto por si só, em tarifa, não tem sustentabilidade econômica. Vamos agregar negócios para gerar receitas e continuar os investimentos necessários.
— Othon Ribeiro, em entrevista ao G1 (2017)
Na imprensa

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Othon Cesar Ribeiro

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